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Regulamentação do estudo de impacto de vizinhança

Após audiências públicas e análise criteriosa, o projeto de lei complementar 37/10, do poder Executivo, teve parecer favorável das comissões de Urbanismo e Legislação. Nesta tarde, em reunião conjunta, os vereadores foram favoráveis ao projeto com as três emendas sugeridas ao longo das discussões sobre o tema, que teve a participação direta dos técnicos da CVJ e dos representantes da Fundação Ippuj e da Fundema.

O Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) é um instrumento utilizado pelo poder público para garantir a qualidade de vida e toda a infraestrutura necessária aos cidadãos com relação a novos empreendimentos em seus bairros, como a construção de um shopping, por exemplo. O EIV poderá exigir alterações em uma determinada construção, como a diminuição de área construída, mudanças no sistema viário, reserva de áreas verdes ou de uso comunitário no interior do empreendimento, assim como o aumento no número de vagas de estacionamento, medidas de isolamento acústico, recuos ou alterações na fachada, normatização de área de publicidade entre outros.

A cidade contará com uma equipe multidisciplinar para a realização dos estudos. A equipe terá o suporte de três servidores efetivos da Prefeitura, todos técnicos em suas áreas de atuação. O projeto será encaminhado ao plenário e terá sua primeira votação nos próximos dias. A comissão de urbanismo agendou audiências públicas para tratar sobre mudanças de zoneamento. A primeira será realizada no dia 07/06 e a segunda no dia 16/06. O evento é aberto a toda comunidade.

Legislação faz reunião extraordinária

Após o encontro com os membros da comissão de Urbanismo, aconteceu a reunião extraordinária de Legislação. Os vereadores que integram a comissão deram parecer favorável ao projeto que prevê a construção de uma escola Estadual em terreno da Companhia Águas de Joinville. Saiba mais clicando aqui!{jcomments on}

Fotos: Sabrina Seibel

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Vereadores fazem comissão para discutir a greve

Uma comissão integrada pelos vereadores Patrício Destro (DEM), Osmari Fritz (PMDB), Dalila Leal (PSL), Zilnety Nunes (PP), James Schroeder (PDT), Juarez Pereira (PPS), e Joaquim Alves dos Santos (PSDB) irão procurar o prefeito e o Sindicato dos Servidores Públicos de Joinville (Sinsej), numa tentativa de intermediar uma solução para o impasse criado com a greve dos servidores da prefeitura. O PT terá até amanhã (quinta-feira) para indicar seu representante ou se irá compor a comissão ou não. O objetivo, segundo o autor da proposta, vereador e presidente da Câmara, Odir Nunes, é ouvir o Executivo e o sindicato e com eles encontrar uma saída que seja o retorno dos servidores ao trabalho. É unânime entre os parlamentares que a população saiba que os vereadores também estão interessados que a situação seja normalizada para evitar que a população continue sendo penalizada com a falta de prestação de serviços essenciais nas áreas da saúde, educação, infraestrutura e outros. Os vereadores Belini Meurer, Adilson Mariano e João Rinaldi defendem que os servidores tenham pelo menos a reposição da inflação. Para Tânia Eberhardt o executivo deveria propor pelo menos um reajuste parcelado, como já aconteceu em governos passados. Dalila Leal manifestou-se a favor da comissão e disse que no passado quando o assunto era o reajuste dos servidores a discussão acontecia entre o executivo, o sindicato e os vereadores da base aliada, “e a nossa presença pode ser determinante”. Patrício sugeriu que o executivo apresente os números do balanço financeiro do município, uma vez que a justificativa para defendera atual proposta é falta de recursos. Dalila lembrou que na questão da folha de salários é que apresenta um crescimento vegetativo motivado pelos triênios, qüinqüênios e outros benefícios para um quadro correspondente a mais de 11 mil servidores. Odir Nunes enalteceu a disposição dos parlamentares pela busca de uma solução para a sociedade como um todo.{jcomments on}

Fotos: Sabrina Saibel

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Câmara instala software colaborativo "livre" e vai economizar R$ 57,5 mil por ano em licenças e atualizações

Uma nova e poderosa ferramenta entrou em funcionamento nos últimos dias e está à disposição dos funcionários da Câmara de Vereadores de Joinville. Conhecido como Zimbra, o pacote de colaboração online implantado no Poder Legislativo joinvilense é uma solução "open source" (livre) completa para escritórios e organizações de médio e grande portes.

De acordo com o diretor-geral, Flávio Eugênio Boldt, a utilização do sistema fará com que a Câmara pare de gastar em torno de R$ 50 mil em licenças de uso e mais R$ 7,5 mil em atualizações dos softwares "payware" (pagos) então utilizados.

"É mais uma vitória desta administração. Mais eficiência, com menos custo para o cidadão".

Composto de módulos de e-mail, agenda, catálogo de endereços global, mecanismo de compartilhamento de arquivos e ferramenta de socialização de dados, o Zimbra é absolutamente gratuito. Fabricado pela empresa VMWare, o sistema foi inteiramente instalado e configurado pela diretoria de Tecnologia da Informação da Câmara. Usando a experiência prévia de outros projetos para assegurar o sucesso da mudança, o processo de transição foi encerrado às 23 horas do último dia 6.

O analista de sistemas Odil Bernstorff Neto afirma que foram aproximadamente quatro meses de testes e ensaios. O sistema foi estressado e reagiu bem sob cargas muito superiores às da atual realidade da Câmara.

"Estamos seguros de que o produto se comportará de forma estável e veloz durante todo o seu ciclo de vida".

Antes da instalação, a equipe realizou treinamentos com os funcionários. O objetivo do novo sistema, segundo o consultor Jilsimaico Daru, é "dar ao usuário uma experiência de uso superior à dos webmails convencionais como Hotmail e Gmail, uma vez que o Zimbra é voltado para a colaboração de escritório".

No novo sistema, todos os usuários dispõem de 3 gigabytes de espaço para armazenamento de suas mensagens e arquivos. Antes, o espaço era de apenas 10 megabytes para cada um. Baseando-se nos cálculos do setor, essa capacidade será suficiente para armazenar 60 mil mensagens de tamanho médio.

"Esse tamanho é apenas um começo. Com o amadurecimento do sistema, poderemos aumentar a área de armazenamento ainda mais. Tudo depende do uso que os funcionários farão do Zimbra", complementa Odil.

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Secretário de Educação e Ajocedi serão convocados para a sessão desta quarta na Câmara

O secretário Municipal de Educação Marco Aurélio Fernandes e as entidades associadas a Associação Joinvilense dos Centros de Educação Domiciliar Infantil (Ajocedi) serão oficialmente convocados para comparecer na sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Joinville, nesta quarta-feira, a partir das 17 horas, para tratar sobre falta de repasses à entidade e que poderá resultar no fechamento de 64 creches domiciliares. A convocação foi colocada em apreciação na sessão de hoje e resultou empatada por sete votos a favor e sete contrários. O voto minerva do presidente do legislativo Odir Nunes foi favorável pela convocação. O tema central da discussão, que gerou polêmica, já tinha sido debatido na reunião extraordinária da Comissão de Finanças, da última segunda-feira, quando todos os vereadores, representantes da prefeitura, pais das crianças que utilizam as creches e associados da entidade pediram para a prefeitura uma solução para o problema. Nesta quarta, os parlamentares irão questionar, para o secretário e à Ajocedi, sobre quais são os motivos para que os repasses de recursos às creches estarem atrasados há cinco meses, podendo ocasionar o fechamento das creches.{jcomments on}

Portal da Transparência

Você pode acompanhar toda a prestação de contas da Câmara de Vereadores de Joinville por meio dos menus ao lado. Para mais informações, com base na Lei de Acesso à Informação, utilize o e-mail.

transparencia@cvj.sc.gov.br